9 de set. de 2014

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Douglas Del Frari
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11 de out. de 2012

35 anos de vida: aprendizados

Olá galera. Hoje é dia 9 de outubro de 2012 e eu estou aqui dentro do carro. Hoje é meu aniversário e estou completando 35 anos de idade. Resolvi fazer uma gravação aqui no meu carro, uma espécie de "carpost" ou "carcast".

Vou falar um pouco de mim para vocês, em relação a como eu me sinto hoje, diante do que estou vivendo, do que estou fazendo na minha vida. Eu posso afirmar com todas as letras e com toda a convicção e tranquilidade do mundo que estou muito feliz.





Eu sou muito feliz! Não é que estou feliz, eu escolhi estar feliz no presente e no agora. Acredito que isso é uma atitude muito sábia o fato de dar ênfase e focar no presente. 

Sentir e focar no agora, além de como eu quero me sentir no agora só depende de mim e de mais ninguém. Esse poder que temos, que todos nós temos na verdade, da escolha e de como nós vamos nos sentir diante das nossas escolhas pertence a cada um.

Eu gosto de falar para as pessoas que são meus amigos que todos nós temos um poder fantástico e nós podemos utilizá-lo para realizar escolhas. 

Como nós vamos nos sentir diante dessas escolhas vai depender de cada um, pois isso é um direito de todos. Eu não me importo com o que os outros pensam sobre mim. Não estou preocupado com que fulano pensa de mim, com que beltrano fala de mim e do que ciclano diz de mim. O que importa é como eu me sinto diante das minhas próprias escolhas.

Algumas escolhas eu percebo que são conscientes e algumas não tão conscientes. Independente dessas escolhas serem conscientes ou não, como vou me sentir diante delas é uma oportunidade que eu tenho para realizar reflexões acerca de quem sou e do que estou fazendo aqui neste planeta.

Hoje, com 35 anos de idade eu posso te dizer para vocês que eu escolhi amor para minha vida. Escolhi felicidade para minha vida. Escolhi o simples para minha vida. Escolhi viver a vida de um jeito que eu possa curtir a natureza. Porque isso de fato me proporciona boas experiências, que são boas para mim, que talvez não sejam para você. Mas o que importa é você fazer uma reflexão sobre si mesmo. 

O que você está fazendo aqui no mundo? Eu descobri que quando a gente tem um propósito na vida a gente consegue se envolver com uma motivação que torna tudo mais alegre. Tudo que você faz através de um propósito se torna mais prazeroso.  Percebi também, ao longo desses 35 anos, que não importa muito começar ou terminar algo, agora importa mais, para mim, estar fazendo algo.

Essa foi uma grande constatação que eu obtive através de muitas leituras e através de muitas observações, principalmente observando e conversando com pessoas mais velhas. Observando a sabedoria de antepassados, lendo escritas de pessoas diversas, refletindo e agindo principalmente. Tentando colocar em prática esses conhecimentos para não ficar apenas no mundo das ideias. 

Tentar concretizar essas ideias me permitiu ver uma perspectiva de vida onde o verdadeiro prazer da vida está no presente, no tempo presente.  Eu comecei acreditar, portanto, que não existe tempo futuro nem tempo passado. Que tudo que importa, tudo que existe, está acontecendo no agora, neste exato momento. E essa percepção me fez crer que se minhas escolhas podem ser boas ou más, depende de como estou percebendo o mundo no agora. Portanto, viver o presente é estar vivenciando o agora.

Bom, espero que você desperte para o presente, espero que você curta sua vida, curta seu agora e faça escolhas, quaisquer que você queira. Lembre-se que não há limites para essas escolhas, e vá atrás de viver essas experiências fruto de suas escolhas. Sem remorso, sem medos, sem preocupações, que no final das contas, o que importa  é como você vai se sentir. Assim, qualquer coisa que eu faço, normalmente, eu reflito: isso me proporciona uma experiência gratificante? Se sim eu vou continuar, se não eu vou mudar. Sem nenhum remorso, com tranquilidade e Fé e uma experiência ruim sempre proporciona boas reflexões. Aliás, na maioria das vezes, uma experiência ruim
proporcionam as melhores reflexões.

O caminho que nós perseguimos nem sempre é o melhor, mas sempre nos proporciona aprendizados. A vida é isso! A vida é experimentar experiências desejadas e escolhas feitas no presente. Quando você escolhe você realmente vive isso, portanto escolha mais do que desejas, ESCOLHA, FAÇA e SINTA.

grande beijo!


10 de nov. de 2011

Quase


Achei fantástico esse poema chamado

 QUASE
Ainda pior que a convicção do não,
e a incerteza do talvez,
é a desilusão de um quase.

É o quase que me incomoda,
que me entristece, que me mata trazendo
tudo que poderia ter sido e não foi.
Quem quase passou ainda estuda,
quem quase morreu ainda está vivo,
quem quase amou não amou.

Basta pensar nas oportunidades que escaparam pelos dedos,
nas chances que se perdem por medo, nas idéias que nunca
sairão do papel por essa maldita mania de viver no outono.

Pergunto-me, às vezes, o que nos leva a escolher uma vida morna;
ou melhor, não me pergunto, contesto. A resposta eu sei de cor,
está estampada na distância e frieza dos sorrisos, 
na frouxidão dos abraços, 
na indiferença dos “Bom Dia” quase que sussurrados.

Sobra covardia e falta coragem até para ser feliz.

A paixão queima, o amor enlouquece, o desejo trai. Talvez esses
fossem bons motivos para decidir entre a alegria e a dor, mas não
são.

Se a virtude estivesse mesmo no meio termo,
o mar não teria ondas, os dias seriam nublados e o arco-íris em tons de cinza.
O nada não ilumina, não inspira, não aflige nem acalma,
apenas amplia o vazio que cada um traz dentro de si.

Não é que fé mova montanhas, nem que todas as estrelas estejam ao
alcance, para as coisas que não podem ser mudadas resta-nos
somente paciência, porém, preferir a derrota prévia à duvida da
vitória é desperdiçar a oportunidade de merecer.

Pros erros há perdão; pros fracassos, chance;
pros amores impossíveis, tempo.
De nada adianta cercar um coração vazio ou economizar alma.
Um romance cujo fim é instantâneo ou indolor não é romance.
Não deixe que a saudade sufoque, que a rotina acomode, que
sonhando, 
fazendo que planejando, vivendo que esperando
porque embora quem quase morre está vivo,
quem quase vive já morreu.


(Autoria atribuída a Luís Fernando Veríssimo, mas que ele mesmo diz ser de Sarah Westphal Batista da Silva, em sua coluna do dia 31 de março de 2005 do jornal O Globo)

28 de jul. de 2011

Um poema da Louise Hay

Louise Hay é uma orientadora espiritual, professora e palestrante. Lendo o seu livro "Você pode curar sua vida", achei legal o poema inicial:




"Na infinidade da vida onde estou, tudo é perfeito, pleno e completo, e no entanto a vida está sempre mudando. 

Não existe começo nem fim, somente um constante ciclar e reciclar de substâncias e experiências. 

A vida nunca está emperrada, estática ou rançosa, pois cada momento é sempre novo e fresco. 
Eu sou uno com Poder que me criou e esse Poder me deu o poder de criar minhas próprias circunstâncias. 

Regozijo-me no conhecimento de que eu tenho o poder de minha própria mente para usar de qualquer forma que eu escolher. Cada momento da vida é um novo ponto de começo à medida que nos afastamos do velho.

Este momento é um novo ponto de começo para mim bem aqui e agora mesmo. 
Tudo está bem no meu mundo." 

("Você pode curar sua vida", Louise Hay)

1 de mar. de 2011

Feito amor

Tudo que é feito pelo amor,
não há cobranças,
nem pressa,
nem preciptacao,
pois tudo que fazemos por ele,
sempre é verdadeiro e muito gratificante.

Amor sem pressa é como as águas do mar,
que com sua leveza,
percorrem-se grandes distâncias.

Sejamos como os elementos da natureza,
que nos permitem viver neste mundo integrados a vida,
com sutileza e sem perceber,
torna-se grandioso.

Tudo que é feito AMOR, se ilumina com luz,
também ilumina o horizonte,
pois esta escolha TUDO transforma-se por amor.

É isso que escolhi construir com você.
Escolhendo, fazendo e criando o AMOR.

19 de out. de 2010

pensamentos para você...

Oi,

Compartilho uns pensamentos que ouvi no rádio no dia 18/10/2010, e que resolvi mandar para alguns de meus amigos. Chamei de pensamentos para você...

história...
Eu estava no carro, escutando a rádio universitária (programa Bom Dia, Bom Dia Mesmo) indo para o meu trabalho diário de programador no C.E.S.A.R, no trânsito aqui do Recife, quando ouvi umas palavras encantadoras. Confesso que não me lembro o nome do autor, mas resolvi anotar, e naquele instante, tentando anotar não conseguia acompanhar e refletir ao mesmo tempo. Então me ocorreu a ideia de gravar usando meu celular. Depois transcrevi o áudio que segue aqui.


Quando você culpa e critica os outros,
está evitando uma verdade sobre si mesmo.

As visões e os sons da natureza,
são lembretes de uma criação amorosa.

A compreensão,
traz a verdade
que é o amor em ação.

O amor é como a água,
se Ele não flui,
torna-se estagnado.

Contemple o amor, todo o dia.

As reflexões amorosas,
fazem o coração crescer.

A mais alta expressão do amor é a criatividade.

Amar inocentemente,
é permitir que os outros expressem quem são.

As outras pessoas parecem erradas,
quando as perspectivas delas,
não correspondem a sua.

Todos os desacordos são resultados,
da má compreensão do nível de consciência da outra pessoa.

O poder organizador do amor é infinito.

A solução nunca está no nível do problema.
A solução é sempre o amor,
que está além dos problemas.

O amor nunca força.
O amor é inteligente,
e só traz a você, o que você precisa.

O espírito é apaixonado.
Sem paixão, ninguém pode ser verdadeiramente espiritual.

A energia sexual é neutra,
ela pode ser amorosa ou não,
dependendo de como você a use.

Quando o sexo é totalmente amoroso,
você experimenta divindade,
através do parceiro.

O verdadeiro amor,
está aqui e agora.

O que quer que você possa recordar,
ou antecipar,
é apenas uma sombra do amor.

Quando o amor é substituído por um objeto,
o resultado é um vício.

O tempo é o inimigo do Ego,
e não do amor.

Sentir a beleza é conhecer a verdade.
Conhecer a verdade,
é estar amando.

O amor não precisa de razão,
fala a partir da sabedoria irracional do coração.

O coração precisa aprender a confiar,
para estar tranquilo no outro.

9 de set. de 2010

um livro para ler...

Gostaria de recomendar um livro para sua leitura.

CONVERSANDO COM DEUS, Volume 3

By NEALE DONALD WALSCH, Walsch Donald,Neale





Este livro me fez refletir sobre o universo, sobre o nosso mundo, sobre as pessoas que aqui vivem e principalmente, sobre mim mesmo. O que posso ser é uma questão de ser destemido, acreditar em você mesmo.

É preciso relembrar de quem és e então perceberás que pode ser o que quiseres. Você tem as ferramentas (o universo) para criar e experimentar o que deseja para si. O livro ajuda a entendermos que não existe certo ou errado, bom ou ruim... na forma que os outros ensinaram ou que querem que acreditemos. O mais importante, ao meu ver, é a percepção de consciência que Deus quer para nós aquilo que queremos para nós, nada mais, nada menos!

Se quer ser feliz, saia da perspectiva do querer e seja o que espera ser. Mude a perspectiva de ver as coisas. Uma dica interessante é imaginar como seria ao ser e então, como mágica (que é de fato), as coisas começam a ser. O universo trabalha e conspira ao seu favor para que você experimente a experiência almejada. Estou realizando meus sonhos de maneira consciente, o que me permite não me frustrar quando expectativas não são correspondidas. Desde que você se proponha e ver o lado bom das coisas, tem sempre uma riqueza ao teu lado. A questão é: você a vê?

19 de mai. de 2010

um poema que fiz...

Moça
(por Douglas Daniel Del Frari - 19/maio/2010)

Desde que conheci a Moça eu me encantei com sua personalidade, sutileza e beleza interior (além de fisicamente atraente). Inicialmente a olhei, depois observei a sua fala e a sua maneira de se comunicar. Senti-me tão bem, ao mesmo tempo tão atraído que pensei nela, mais do que o normal. Isso então (inconscientemente) despertou-me seu interesse.

Um dia, eu tive oportunidade de falar com a Moça, sobre o que sentia e como a via. Falei o que sentia, mas não da forma como a queria. Como eu poderia querê-la? Que direito eu tinha de querê-la? Esses questionamentos me colocaram os limites necessários no seu tempo.

Então decidi contar-lhe o que meus olhos já dizem por mim, o que o sentimento mais puro o revelava no pensamento, dentro da alma. Eu a escolhi para compartilhar o sentimento que desejo ter. O sentimento que atraiu-me tanto nesta mulher.

A Moça é uma causa que quero, desejo e espero compartilhar esse amor. Um amor que tem desejo, admiração, respeito e amizade. Ao mesmo tempo, tem algo mais nobre, algo que me sinto honrado em buscar. Essa Moça é uma maneira de elevar meus valores porque é fruto de uma escolha consciente do que quero para mim: quero entender quem Eu Sou baseado nas escolhas conscientes que posso ter.

Quero fazer essa Moça sentir o que digo, tentando me esforçar para experimentar essa noção de consciência e aplicando esses sentimentos da maneira mais nobre que conheço: dando e recebendo amor de verdade; carinho de verdade; prazer de verdade; amizade de verdade...

Essa Moça tem os lábios mais lindos que eu já vi e que o desejo junto aos meus. Moça, te quero de verdade, não para mudar sua vida, mas para mudar teus sentimentos e os meus sobre o que pode ser a vida.

26 de abr. de 2010

twitter : o que é e para onde vai?

Na disciplina da faculdade que trabalho como professor, sobre gestão de informação, em um seminário apresentado pela aluna Ana Paula, discutimos o que é a ferramenta twitter. Pois bem, na ocasião ela indicou o video abaixo. Algumas questões surgiram posteriormente sobre essa linguagem e comunicação em rede. Leia os textos indicados e depois tente seguir alguém no Twitter para entender as possibilidades (e "limitações").







Em seguida, escute o que Silvio Meira fala na CBN sobre Um balanço da primeira semana de convivência entre Serra e Dilma no mundo virtual:






Por último leia os textos abaixo da WebInsider:

Estratégias sociais: como a sua empresa seduz?
http://webinsider.uol.com.br/2010/04/22/estrategias-sociais-como-a-sua-empresa-seduz/

O brasileiro cada vez mais digital
http://webinsider.uol.com.br/2010/04/22/o-brasileiro-cada-vez-mais-digital/

Moral da história:
  • Se você ainda não usa rede social (como Facebook ou Twitter), quanto tempo acha que isso irá mudar?
  • Será que você terá que aprender a usar essa "coisa"?
  • Essas novas tecnologias estão influenciando a sociedade? De que maneira?

Debates
Twitter e redes sociais como Facebook parecem ser a "voz do povo da internet", não no sentido regulatório, mas natural de como as redes de conhecimento em redes funcionam e vão se encontrar. Falar essa linguagem requer usá-la de fato e não fazer de conta que usa para dizer que acompanha essa comunicação em rede.

Tente seguir nossos candidatos a presidente da república do Brasil e tire as suas próprias conclusões. Siga também algumas pessoas como Paulo Coelho, seus autores de livros preferidos (se encontra-los), pessoas como Silvio Meira (@srlm), depois avalie possibilidades e tente entender como as coisas estão se construindo, tentando imaginar para onde irão.

13 de abr. de 2010

A história das coisas

Esse vídeo é bastante esclarecedor, pois aborda os aspectos que estão por trás do ecossistema da indústria de consumo.

Assista e reflita. Os principais pontos que achei interessante:
  • Etapas de cada sistema envolvidos no processo da indústria de mercado;
  • Função do governo x função das corporações; quem tem mais poder;
  • Como os recursos naturais são extraídos neste ecossistema e suas conseqüências;
  • Os demasiados recursos de consumo;
  • Origem da matéria prima usadas; quem é dono; exemplos...
  • E as pessoas? Quem tem valor valor na sociedade?
  • Estamos consumindo veneno!
  • Violação dos direitos do cidadãos;
  • A questão da poluição da produção e os funcionários (pessoas) são afetadas;
  • A distribuição do custo de produção não se reflete no preço;
  • Como são exteriorizados os custos de produção;
  • Consumidores: o valor é medido pelo que compramos;
  • Consumimos o dobro dos nossos avós;
  • Tudo foi planejado para ser assim : capitalismo;
  • Priorização da humanidade;
  • Design industrial;
  • Obsolescência perceptiva: como percebemos?
  • Publicidade como meio de manipulação das massas;
  • Mais coisas e menos tempo livre;
  • Economia de mercado do lixo. Porque conhecemos bem isso;
  • A reciclagem de todo o lixo não resolveria o problema. Entenda o porquê;
  • Pontos positivos de cada etapa da seta;
  • Existe uma mentalidade de usar e jogar fora;
  • As pessoas criaram esse sistema e podem mudar para melhor.



16 de out. de 2009

Dez coisas que levamos anos para aprender

Sabe aqueles textos que recebemos por e-mail, estilo corrente... pois bem, recebi uma dessas mensagens, porém, foi enviado pela minha amada esposa. Gostei tanto que resolvi colocar aqui. Obrigado Denise por indicar o texto, e obrigado ao autor (Luis F. Veríssimo).

Dez coisas que levamos anos para aprender
(Luis Fernando Veríssimo)


1. Uma pessoa que é boa com você,
mas grosseira com o garçom ou empregado,
não pode ser uma boa pessoa.

(Esta é muito importante. Preste atenção, nunca falha)

2. As pessoas que querem compartilhar as visões religiosas delas com você,
quase nunca querem que você compartilhe as suas com elas.

(Tá cheio de gente querendo te converter!)


3. Ninguém liga se você não sabe dançar.
Levante e dance.

(Na maioria das vezes quem tá te olhando também não sabe! Tá valendo!)


4. A força mais destrutiva do universo é a fofoca.

(Deus deu 24 horas em cada dia para cada um
cuidar da sua vida e tem gente que insiste em fazer hora-extra!)


5. Não confunda sua carreira com sua vida.

(Aprenda a fazer escolhas!)

6. Jamais, sob quaisquer circunstâncias,
tome um remédio para dormir e um laxante na mesma noite.

(Quem escreveu deve ter conhecimento de causa!)

7. Se você tivesse que identificar, em uma palavra,
a razão pela qual a raça humana ainda não atingiu (e nunca atingirá) todo o seu potencial,
essa palavra seria 'reuniões'.

(Onde ninguém se entende...
Com exceção das reuniões que acontecem nos botecos...)


8. Há uma linha muito tênue entre 'hobby' e 'doença mental'.

(Ouvir música é hobby...
No volume máximo as sete da manhã pode ser doença mental!)


9. Seus amigos de verdade amam você de qualquer jeito.

(Que bom!)

10. Lembre-se: Nem sempre os profissionais são os melhores.
Um amador construiu a Arca.
Um grande grupo de profissionais construiu o Titanic.

(É Verdade mesmo!)

7 de set. de 2009

Plantão Pedagógico: as dez descobertas sobre o dever da família


Recebi via jornal da escola de minha filha, uma reportagem que achei interessante compartilhar com vocês, trata-se de dicas para os pais ajudarem e incentivarem a educação de seus filhos no dia a dia.

"As dez principais descobertas dos especialistas sobre quando e como os pais podem ajudar a despertar nos filhos a curiosidade intelectual e fazê-los alcançar um desempenho melhor nos estudos."

  1. Ter livros em casa;
  2. Reservar um lugar tranquilo para os estudos;
  3. Zelar pelo cumprimento da lição;
  4. Orientar, mas jamais dar a resposta certa;
  5. Preservar o tempo livre;
  6. Comparecer à reunião de pais;
  7. Conversar sobre a escola;
  8. Monitorar o boletim;
  9. Procurar o colégio no começo do ano;
  10. Não fazer pressão na hora do vestibular.
Para ler cada item acima, clique nas imagens correspondentes:







É preciso ler para seu filho. Estou tentando melhorar neste aspecto, principalmente. Acredito que isso tem que ser um hábito, assim como escovar os dentes, tomar banho... Entretanto, a rotina que o dia a dia nos coloca faz com que muitos deixem de lado essas atividades. Eu mesmo, deixei muitas vezes de fazer isso. Porém, é hora de mudar essa realidade.

Vou tentar. Vamos tentar?

16 de jun. de 2008

Chuvas em Olinda, PE (Brasil): alaga ruas

Hoje definitivamente está difícil de sair de casa por conta das chuvas em Olinda-PE. A razão disso é a quantidade de chuvas que caiu hoje. Será que isso poderia ser evitado (ou amenizado) se tivéssemos uma política de saneamento apropriado no local?

Veja a foto da minha rua...

Acredito que a prefitura de Olinda tem parte da culpa por não tomar ações de prevenção apropriada.

12 de jun. de 2008

Técnicas que ajudam a criar produtos "criativos"

Na disciplina do mestrado em ciência da computação que estou cursando - Interação Homem-Computador (2008.1), na UFPE, aprendi algumas técnicas para geração de idéias, proporcionado-me um aprendizado e reflexões interessantes. Um desses momentos aconteceu na última semana, onde nos propusemos a pensar na criação de um produto - um jogo, voltado para terceira idade. Na verdade, prefirimos chamar de Seniores. Descreverei aqui apenas uma parte das técnicas que usamos para pensar no processo de criar um produto, usando design centrado no usuário (para Sênior).

Realizamos alguns estudos acerca do nosso público alvo e identificamos que existe oportunidade de mercado relevante e em crescimento neste setot. Realizamos as seguintes atividades:
  • Pesquisa bibliográfica;
  • Identificamos nossas questões de pesquisa;
  • Escolhemos algumas metodologias direcionadas para pesquisas qualitativas
  • Realizamos entrevistas com nosso público alvo;
  • Fizemos categorização dos dados das entrevistas;
  • Realizamos análise dos dados;
  • Utilizamos técnicas para geração de idéias;
  • Criamos um protótipo
Pesquisa bibliográfica

Público alvo:
  • Usuários seniores
  • Faixa-etária à partir de 60 anos;
  • Ambos os sexos
Pontos levantados:
  • Qualidade de vida
  • Socialização
  • Fatores físicos
  • Fatores psicológicos
  • Suporte a terceira idade
  • Informática na terceira idade
  • Acessibilidade
Questões de pesquisa
  • Como os seniores se divertem?
  • Como os seniores ocupam seu tempo?
  • Como os seniores atuam/interagem?
  • Como os seniores convivem com a tecnologia?
  • Como os seniores se sentem manuseando objetos tecnológicos pela primeira vez?
Metodologia - coleta dos dados:

Entrevista com especialistas:
  • Realizados com idosos da UnATI e SESC/Santo Amaro
  • dois especialistas
Entrevistas narrativas episódicas
  • Realizamos com idosos da UnATI e SESC/Santo Amaro
  • Oito idosos
Metodologia - validação:

Validação com teste de usabilidade;
  • Grupo focal irá validar o protótipo (ainda não realizado)
  • Profissionais e alunos da UnATI
Categorização
Utilizamos a ferramenta NVivo 7 para organizar a massa de dados das entrevistas. Na prática, a gente precisa transcrever o diálogo e depois analisar as falas procurando criar categorias dos assuntos chaves. É deste processo que obtemos um conjunto de categorias. A figura abaixo apresenta algumas das categorias e a quantidade de repetições no diálogo.
Figura 1: Categorias e o número de ocorrências nos diálogos

Reunião da equipe

Para realizar o processo de criação, a equipe se reuniu para debater as categorias e partir para uma análise dos dados. A figura 2 mostra a equipe reunida com esse propósito.

Figura 2: criando um produto na prática

Neste momento executamos as seguintes atividades para análise dos dados:
  • Bondary Analysis: Linhas de limites graduadas; Distâncias dos tópicos em relação ao problema central determina seu valor de influência em relação ao ponto central (jogos)
  • Listagem (Listing): complemento da técnica anterior. Auxilia na ordenação destes aspectos do problema por prioridade dentro do projeto.
  • Plano de posicionamento; em paralelo às técnicas de listagem e Boundary Analysis, otimiza a compreensão do problema em relação a sua natureza; Otimiza o processo e concepção e tomada de decisão.
Figura 3: Bondary Analysis, Listing e plano de posicionamento

As técnicas acima ajudaram a pontuar as categorias e a priorizar o conjunto de variáveis que tínhamos disponíveis. O plano de posicionamento nos ajudou a visualizar nossas variáveis envolvidas em quatro quadrantes:
  • Eixo X esquerda (representa tendência para a problemática do indivíduo),
  • Eixo X direita (representa tendência para problemática da tecnologia),
  • EixoY baixo (problemática prática);
  • Eixo Y cima (problemática psicológica).
Figura 4: Classificação final usando técnica plano de posicionamento

Curiosidade foi que a maioria dos nossos tópicos não foram relativo a problemas tecnológicos, mas sim relacionado a problemáticas psicológica e práticas daqueles indivíduos investigados. Essa constatação moldou a nossa solução, sem considerar achismos ou opiniões pessoais.

Para geração de idéias


Técnicas utilizadas:

Figura 5: Resultado após técnica de Mind Mapping

Nesta fase a equipe produziu várias idéias (boas e nem tanto). Isso ajudou a perceber caminhos para chegar numa solução - nosso jogo. Observamos que tal jogo deveria provocar estímulos (visuais, sonoros) nos idosos para ativar a memória, além de remeter lembranças. O jogo também precisa ter um objetivo e ter um vencedor.




O protótipo

As principais características foram:
  • Número de pessoas (3 a 10 jogadores)
  • Diversos temas: Canto; Estória; Cultura, etc.
  • O jogo termina quando um jogador consegue 3 cartas com símbolos iguais
Figura 6: construção do protótipo

O protótipo do jogo possui uma caixa de controle, no qual possui controles para distribuição das cartas além do botão de controle de rodadas dos jogadores. Fez-se necessário atualizar a cara do protótipo, pois os estílos visuais estavam faltando.

Figura 7: tela do protótipo simulando uma roleta para escolha da próxima atividade tema


Conclusões

  • Idosos possuem os mesmos interesses, embora com necessidades diferentes;
  • O jogo pode ser usado para Atividades relacionadas à socialização (encontros presenciais);
  • O jogo criado remete a momentos de prazer dos idosos, focando na melhoria da qualidade de vida.
A experiência de participar do processo de design centrado no usuário tem um custo maior do que eu esperava, mas os resultados finais compensam. As chances de insucesso são menores e o retorno se dá a média a longo prazo. Além disso, as técnicas de criatividade para geração de idéias nos envolvem e nos proporciona alegria como eu jamais havia pensando.

Recomendo que engenheiros de software façam isso em suas linhas de produção de software antes de planejar um produto. Pois assim, pode ter certeza que você estará levando em consideração o usuário final, e não opiniões de programadores em geral, acerca de alguma solução.

Créditos desse trabalho também se devem:
Ana Carina M. Almeida
Ângelo Lins
Arnaldo Barreto
Douglas Daniel Del Frar - sou EU :)
Edgar Neto
João Henrique
Luiz Henrique Costa
Raphael Barros
Vânia Lourenço

Professores Alex e Carina, além de meus colegas da turma.

Obrigado!

17 de abr. de 2008

Um ser que envelhece : impactos psicológicos

Estive pesquisando um pouco sobre os aspectos psicológicos quando envelhecemos para um trabalho no mestrado, o resultado segue na integra:

No decorrer da vida a questão essencial é viver bem, o que é largamente aceita pelas pessoas. No entanto, percebe-se maior atenção a essa questão quando as pessoas se dão conta que a vida não dura para sempre. É justamente na fase da velhice que tais questões vêm a tona com maior impacto psicológico nestes sujeitos. Quais as problemáticas dessas questões nesta fase da vida e como isso afeta o dia a dia dos idosos?

Partindo de uma analogia com à letra da música Não Vou Me Adaptar [1]⁠, podemos perceber a problemática psicológica que existe sobre a passagem do tempo e suas implicações na subjetividade humana.








Não Vou Me Adaptar

Titãs

Composição: Arnaldo Antunes


Eu não caibo mais
Nas roupas que eu cabia
Eu não encho mais
A casa de alegria
Os anos se passaram
Enquanto eu dormia
E quem eu queria bem
Me esquecia...”


Retrata a passagem da fase infantil em direção à vida adulta. O adolescente se sente abandonado pelo adulto (seus pais) e essa é a crise adolescente.

Será que eu falei
O que ninguém dizia?
Será que eu escutei
O que ninguém ouvia?
Eu não vou me adaptar
Me adaptar...”


Não entende e não se faz entender naquilo que ele queria dizer.

Eu não tenho mais
A cara que eu tinha
No espelho essa cara
Não é minha
Mas é que quando
Eu me toquei
Achei tão estranho
A minha barba estava
Desse tamanho...”


    Duas implicações psicológicas aqui:

  • Não aceitação da passagem do tempo. Pinturas de cabelo, plásticas, cirurgias e lipos são exemplos de tentativas de que o corpo não seja modificado ao longo do tempo;

  • Perda da identidade através da imagem. Excessos de cirurgias podem levar a depressão se o indivíduo não se reconhecer a si próprio, além de problemas emocionais decorrendo vários problemas psicológicos;

Será que eu falei
O que ninguém ouvia?
Será que eu escutei
O que ninguém dizia?
Eu não vou me adaptar
Me adaptar...”




Não vou!
Me adaptar! Me adaptar!
Não vou! Me adaptar!
Não vou! Me adaptar!...”

A resistência humana em aceitar a morte. Que basta nascer para começar a caminhada ao fim.


Em seu trabalho, Mello [2]⁠ aborda os aspectos psicológicos do envelhecimento e suas relações com alguns fatores históricos da velhice na modernidade:

  • Desaparecimento do princípio unificador do universo: A desmontagem do mundo medieval culminou em um desencantamento do mundo.” Tudo era explicado por preceitos concebidos pela religião e suas verdades inqüestionáveis.

  • Tempo de rupturas - Teocentrismo /Antropocentrismo – Laicização.

  • Idade Média - Conhecer os deuses para alcançar o céu.

  • Séc. XVI - Começa a criar a possibilidade de construir um mundo mais confortável - Razão Instrumental Exata – Ciência” As afirmações de Galileu Galilei desencadeiam novas percepções para a ciência.

  • Projeto moderno: Conhecer a natureza para colocá-la a seu serviço.

Esses fatores históricos nos custaram um preço perceptível hoje tais como [2]⁠ a desvalorização da autoridade do passado, a quebra de tradição. Envelhecer tornou-se inconcebível, pois o desejo de transformar o homem em imortal, belo e poderoso agora torna-se um projeto fracassado. Além disso, houve a “extinção” do espaço público, priorizando o espaço do privado, ênfase ao individualismo e da morte do paraíso terrestre.

Como conseqüências da modernidade segundo Mello [2]⁠ temos:

  • Império do Efêmero

  • Consumismo: Ênfase no ter e não no ser

  • Busca frenética pelo prazer: Hedonismo

  • Individualismo: Emergência do Narcisismo

  • Culto ao corpo: Mito da “eterna juventude”

  • Sobrepujança do novo

  • Sociedade dos descartáveis: “peças”

  • Medo da morte / velhice

  • Perversidade

Segundo Mello, outros fatores como a perda do sentido da continuidade histórica: Guerra à tradição; a banalização do sexo e da violência; a submissão ao império da tecnologia; a valorização da memória informativa e desvalorização da memória evocativa; a espolitização.

Temos ainda em uma sociedade industrial capitalista, a produção e o consumo são os divisores de águas para legitimar os espaços sociais que a pessoa ocupa; a necessidade de valorização, de ser admirado pela beleza, pela celebridade e pelo poder, tornam o envelhecimento intolerável; imperativo da juventude; era do vazio: busca individual pelo sentido da existência.

Todos esses fatores são conseqüências da modernidade frente a sociedade, impactando o psicológico das pessoas, sentido principalmente na fase da velhice. Destacam-se aqui os problemas da desvalorização da memória evocativa, o culto ao corpo e a busca pelo poder. Para as pessoas que envelhecem diante de uma sociedade moderna tal como essa, torna-se difícil lidar com essa problemática.

A memória evocativa para os idosos por exemplo, têm apego maior para esses indivíduos por terem vasta experiências de vida. Existe o desejo de compartilhar tais experiências com os outros, pois isso é uma tentativa de se sentirem valorizados por seus atos passados ou presentes, mas são poucas as pessoas que gostam de escutar histórias de idosos. Normalmente são os netos e seus colegas de uma mesma faixa etária que compartilham dessas experiências. Falta paciência dizem alguns.

O culto a beleza ao corpo é aceita na sociedade moderna, mas é na fase da velhice que percebemos as principais mudanças no corpo, e as menos lembradas, rugas, cansaço, cabelos brancos, perda de massa muscular, entre outros problemas físicos. Isso indica para o sujeito que o fim está próximo e o seu corpo está dando o sinal de alerta, manifestando-se em mudanças biológicas e físicas, limitações e doenças estão mais presentes nesta fase. A imagem imposta pela mídia e a cultura da sociedade moderna entra em conflito com os resultados e desejos de continuar a viver, mas continuar a ser bonito, forte como era no passado.

Outro aspecto importante é a busca por poder. Para os idosos que tem dinheiro costuma-se aceitá-los na sociedade por sua influência de poder. Mas se não tiver dinheiro, há bastante preconceitos entre seus semelhantes e a sociedade. Há de se considerar que mesmo aqueles que tem bens e posses, conseqüentemente poder, não ficam excluídos de problemas psicológicos, pois se sentem infelizes diante da questão da morte e aspectos pessoas de suas histórias e expectativas.

Mello apota três saídas [2]⁠ que hoje são percorridos nas tentativa de enfrentar as problemáticas psicológicas do envelhecimento:

  • Aquele que tem muito tempo de existência, gasto pelo uso, desusado”. Objeto da piedade e compaixão. Pólo oposto da exacerbação do culto ao eu, legado máximo dos tempos modernos.

  • A Modernidade justifica as práticas capitalistas e afirmam a individualidade saudável”. Consumidor ávido das ilusões da modernidade.

  • Posição crítica frente ao consumismo selvagem.” O sujeito não é submisso aos códigos da modernidade, nem tampouco é um consumidor de ilusões. O sujeito é construtor de sua própria “OBRA” - Vida autêntica.


Um ser que envelhece (Envelhe Ser)

Para entender melhor os aspectos psicológicos envolvidos podemos tentar entender o que é envelhecer. Alguns aspectos comuns [2]⁠ [3]⁠ sobre esse entendimento dizem despeito: a capacidade de dar sentido à existência; resignificação das perdas normais e patológicas; conjunto de significados construídos ao longo da existência.

Geralmente o processo de interiorização do envelhecimento é visto como algo negativo. Estas imagens, a princípio distantes da realidade, passam a ser auto-imagens negativas quando se envelhece. Distância abismal entre o desejo e a representação.

Para Mello [2]⁠ O envelhecimento é a própria existência se constituindo. Vamos sendo enquanto envelhecemos, vamos ENVELHE-SENDO e na medida em que somos, envelhecemos. Citado um comentário anonimo: “Mesmo a extrema falta de liberdade física e mesmo o desespero existencial não logram privar o homem da liberdade de decidir, além e acima do presente, o que ele virá a ser no futuro” Abordar a experiência existencial do envelhecer é resgatar, na pessoa do velho, o homem na sua totalidade. E identificar-se com ele.

O grande impacto psicológico que percebemos é aceitar a morte e a descontinuação da vida. Isso não é aceito naturalmente e por essa razão temos diferentes problemáticas vivenciadas, principalmente nas fase do envelhecimento, cujo conflitos se agregam diante de uma sociedade moderna que vê o idoso como “algo descartável”.


[1 ] A. Antunes, “NÃO VOU ME ADAPTAR letra (Titãs) ♫”; http://letras.terra.com.br/titas/48986/.


[2 ] M.D. Mello, “Aspectos Psicológicos do Envelhecimento”; http://www.ciape.org.br/matdidatico/mariademello/psicolog_env.ppt.


[3 ] A. OLIVEIRA, “Aspectos psicológicos do envelhecimento,” Universidade Federal de Uberlândia (UFU), 2002.

31 de mar. de 2008

Estar casado...

A criatividade é uma coisa fantástica. Não é verdade? Recebi uma apresentação de slides (veja o original aqui) sobre Estar Casado... as imagens dizem por si só. Depois de ver, quem você acha que me mostrou isso?

ESTAR CASADO...

...para sempre




...seguir os mesmos caminhos



...criar apelidos carinhosos!



...harmoniosamente, fazer compras


...escolher o programa de TV de uma maneira democrática



...ter direito a tudo



...dar-lhe as pantufas quando ele chega em casa



...sempre pensando nela!!



...trabalhar até mais tarde!





...sempre esperando que ele chegue em casa!



...tomar banho juntos



Te contaram isso antes?

Não?!?!?

Nem pra mim!!!


Então, o que achou? Eu recebi de minha esposa. :) É claro que estar casado é ser cúmplice um do outro, aceitar as diferenças e praticar a tolerância. Bem, curtir em família os acontecimentos bons e ruins além dos prazeres da vida.

27 de mar. de 2008

É difícil lidar com pessoas?

Começo a escrever agora, de forma experimental, um pouco sobre coisas que vivo no meu cotidiano. Sinta-se a vontade para comentar, criticar e sugerir. Trata-se de relatos vivenciados.

Por mais que sejamos bons profissionais, por mais que nos relacionamos bem com nossos amigos e as pessoas do dia a dia, talvez, ou melhor, é provável que algum momento teremos dificuldade em lidar com as pessoas. Por que temos tal dificuldade? O que é preciso fazer para lidar da melhor maneira com as pessoas?

Normalmente as pessoas querem ser reconhecidas ou elogiadas por suas ações, isso agrada muito a qualquer um. Mas receber críticas ou intervenções na vida pessoal e profissional não são muito bem aceitas. É difícil receber críticas. Quem gosta de ser criticado? Se a crítica for construtiva normalmente aceitamos bem, mas ainda assim, no começo não é muito agradável. Já um elogio, bem, esse é bom. Mas não podemos confundir elogio com a paparicação ou "puxa saquismo", que tem a ver com a bajulação, que normalmente não são bem aceitas pelas pessoas.

Paciência é uma virtude? De fato, já me vi em certas situações onde não consegui pensar direito, e portanto, não agi de forma racional. Vou lhes contar um exemplo disso.

Minha filha estava em um daqueles dias difíceis, chorando por "motivos bobos", talvez eu não tenha percebido os motivos reais, ou ainda, minhas atitudes pudessem ser uma das possíveis causas também, enfim. Mas o fato é que ela não parava de chorar, resmungar entre outras coisas. Isso estava me deixando angustiado e um pouco bravo. Quem gosta de ficar escutando choro de criança? Então, após falar de forma firme com ela, só ouvia mais choro.

Minha vizinha ouviu os choros e gritou o nome dela... então um silêncio tomou conta do ambiente - temporariamente. Após a vizinha tentar novamente falar, eu respondi dizendo que era eu que estava ali, mas ela queria saber o que estava acontecendo e tal. Foi neste momento que perdi a minha postura e minha filha começou o choro novamente. Minha vizinha quis interferir na conversa que eu estava tendo com minha filha, então perdi a minha consciência e razão e "pedi" para não se intrometer. Falei de forma rude, como se fosse descontar a raiva toda que estava vivenciando. Logo percebi que havia agido muito errado. Fiquei arrependido. Procurei mais tarde minha vizinha e pedi desculpas pela minha atitude. Ela me perdoou dizendo que só ficou preocupada, pois não sabia se era eu ou a minha empregada. Agradeci e novamente me desculpei.

Com certeza cometi um grande erro ao agir desta forma. Primeiro por não saber lidar com minha filha, segundo por agir pela emoção me comportando de forma errada com minha vizinha, que além de não ter culpa de nada, só tinha intenção de proteger minha filha e ajudar. Diante de situações como esta, devemos tirar lições importantes, tais como:
  • Pensar antes de agir;
  • Mediar as reações considerando aspectos racionais;
  • Tentar corrigir o problema imediatamente.
Qual a grande lição disso?
Ainda estou tentando descobrir respostas, mas acho que tem relação com reflexões sobre qual é o meu papel na familia e do exemplo que estou passando, do que quero passar também para minha filha. Então, espero errar menos na próxima! :)